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	<title>Fórum Local</title>
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	<description>Fórum Local: Associativismo e Desenvolvimento Local</description>
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		<title>Rota do Linho e do Ouro</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Aug 2010 15:54:40 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Montra Local]]></category>
		<category><![CDATA[Projectos e Iniciativas]]></category>

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		<description><![CDATA[Este é um projecto desenvolvido em parceria com várias entidades, desde associações de desenvolvimento local, passando também pelas Câmaras Municipais das localidades de Póvoa de Lanhoso e Terras de Bouro. O projecto &#8220;Rota do Linho e do Ouro&#8221; pretende modernizar a arte do linho e do ouro, através da promoção da qualificação dos artesão com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Este é um projecto desenvolvido em parceria com várias entidades, desde associações de desenvolvimento local, passando também pelas Câmaras Municipais das localidades de Póvoa de Lanhoso e Terras de Bouro. O projecto &#8220;Rota do Linho e do Ouro&#8221; pretende modernizar a arte do linho e do ouro, através da promoção da qualificação dos artesão com uma formação inovadora. Ambiciona ainda, criar uma estratégia de markting para a promoção dos produtos tradicionais, que passa pela sensibilização dos artesãos para o reconhecimento das suas artes, que potenciam o desenvolvimento da região.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.rotasdolinhoeouro.com/home.htm" target="_blank">+Ver Site</a></p>
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		<title>Loja Montesinho Vivo</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Aug 2010 14:24:05 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Montra Local]]></category>
		<category><![CDATA[Projectos e Iniciativas]]></category>

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		<description><![CDATA[O Parque Natural do Montesinho está situado em Bragança. É também aqui que podemos encontrar a sua loja, que vende vários produtos locais e a Associação Montesinho Vivo. Esta, é uma associação ambiental que promove diversas actividades. Alguns dos seus principais objectivos passam pela defesa, promoção, apoio e divulgação do  Parque  Natural de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Parque Natural do Montesinho está situado em Bragança. É também aqui que podemos encontrar a sua loja, que vende vários produtos locais e a Associação Montesinho Vivo. Esta, é uma associação ambiental que promove diversas actividades. Alguns dos seus principais objectivos passam pela defesa, promoção, apoio e divulgação do  Parque  Natural de Montesinho relacionados com várias áreas,das quais são exemplo a de protecção ambiental, agricultura tradicional e biológica e salvaguarda das tradições gastronómicas.</p>
<p style="text-align: justify;">+ Ver <a href="http://www.montesinhovivo.pt/site/index.php" target="_blank">site</a>.</p>
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		<title>IN LOCO</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 14:03:50 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Destaques]]></category>

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		<description><![CDATA[A In Loco é uma Associação de Desenvolvimento Local (ADL) sem fins lucrativos que funciona na região algarvia desde 1988. Tem como objectivos lançar e apoiar iniciativas para a animação, capacitação e organização das pessoas e das entidades, desenvolvidas em parceria, numa lógica de integração e de processos de investigação. No site está toda a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A In Loco é uma Associação de Desenvolvimento Local (ADL) sem fins lucrativos que funciona na região algarvia desde 1988. Tem como objectivos lançar e apoiar iniciativas para a animação, capacitação e organização das pessoas e das entidades, desenvolvidas em parceria, numa lógica de integração e de processos de investigação. No <a href="http://www.in-loco.pt/" target="_blank">site</a> está toda a informação sobre os seus projectos e podemos aceder à newsletter cujo terceiro número foi agora lançado. Nas suas actividades mais recentes está a organização, em parceria com o Centro de Estudos Sociais, da segunda edição da Universidade de Verão, desta feita sobre “Redes Sociais – da abordagem institucional à abordagem participativa”.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-3199"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A In Loco teve origem no projecto RADIAL, da Universidade do Algarve em 1985 (Guia ANIMAR, 2005). Foi reconhecida como ADL sem fins lucrativos em 1991 pelo IEFP, “acreditada como Entidade Formadora em diversos domínios de intervenção desde 1998, considerada Pessoa Colectiva de Utilidade Pública em 2001 e acreditada como Entidade Gestora de um Centro de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências (actualmente designado de Centro Novas Oportunidades) em 2003”. Esta associação define como prioridade o conhecimento directo entre todos os associados e associadas e à sua participação em projectos e actividades, continuando aberta a todas as pessoas que vêem no desenvolvimento local um espaço livre e criativo para o seu investimento profissional e pessoal.</p>
<p style="text-align: justify;">A In Loco disponibilizou recentemente o <a href="http://www.in-loco.pt/site/parameters/inloco/files/File/upload/Newsletter/n3_2010.pdf" target="_blank">terceiro Boletim Informativo Digital</a> &#8220;Notícias IN LOCO&#8221;. É um meio de informar acerca das actividades que estão a decorrer relativas à associação. Neste número alguns dos temas abordados são desenvolvimento regional, desenvolvimento local, processos participativos, entre outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Vai decorrer a <a href="http://www.in-loco.pt/site/index.php?module=ContentExpress&amp;func=display&amp;ceid=111" target="_blank">segunda edição da Universidade de Verão</a>, entre os dias 15 e 18 de Setembro, que tem como tema principal “Redes Sociais – da abordagem institucional à abordagem participativa”. A primeira edição abordou o tema da “Governação e participação desafiando a crise”. A segunda edição da Universidade de Verão destina-se a um público muito diverso, desde aos eleitos locais e técnicos de autarquias, até a professores e estudantes, assim como a cidadãos interessados em participar em processos de dinamização comunitária nas suas localidades.</p>
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		<title>UNIVERSIDADE DE VERÃO EDIÇÃO 2010</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 14:48:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>forumlocal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agenda]]></category>

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		<description><![CDATA[A segunda edição da Universidade de Verão terá como como tema as &#8220;Redes Sociais &#8211; da abordagem institucional à abordagem participativa&#8221;. Um dos principais objectivos é a reflexão acerca das boas práticas de intervenção  comunitária em processos de planeamento e na  criação de respostas para os problemas sociais. Consulte o programa e saiba [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A segunda edição da Universidade de Verão terá como como tema as &#8220;Redes Sociais &#8211; da abordagem institucional à abordagem participativa&#8221;. Um dos principais objectivos é a reflexão acerca das boas práticas de intervenção  comunitária em processos de planeamento e na  criação de respostas para os problemas sociais. Consulte o programa e saiba mais <a href="http://www.in-loco.pt/site/index.php?module=ContentExpress&amp;func=display&amp;ceid=111" target="_blank">aqui</a>.</p>
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		<title>IMPLICAÇÕES DEMOCRÁTICAS DAS ASSOCIAÇÕES VOLUNTÁRIAS, DE JOSÉ LEITE VIEGAS (2004)</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Jul 2010 15:04:55 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Destaques]]></category>

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		<description><![CDATA[No artigo “Implicações democráticas das associações voluntárias – O caso português numa perspectiva comparativa europeia” (Sociologia, Problemas e Práticas nº 46, 2004, pp.33-50), José Leite Viegas propõe-se a desenvolver uma análise dos efeitos democráticos do associativismo. Considerando que as análises empíricas já realizadas sobre esta questão não revelam os seus verdadeiros efeitos, propõe-se a colmatar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">No artigo <a href="http://sociologiapp.iscte.pt/fichaartigo.jsp?pkid=497" target="_blank">“Implicações democráticas das associações voluntárias – O caso português numa perspectiva comparativa europeia”</a> (Sociologia, Problemas e Práticas nº 46, 2004, pp.33-50), José Leite Viegas propõe-se a desenvolver uma análise dos efeitos democráticos do associativismo. Considerando que as análises empíricas já realizadas sobre esta questão não revelam os seus verdadeiros efeitos, propõe-se a colmatar esta lacuna. Contudo, o artigo começa por lançar uma questão central: como poderá o associativismo ter implicações democráticas vastas se a percentagem de indivíduos que se envolvem activamente é pequena? A primeira noção a reter está associada à ideia de que os efeitos democráticos podem então não estar restritos à participação dos indivíduos na vida interna das associações.<span id="more-3186"></span>O artigo está dividido em duas partes. A primeira, sobre o papel das associações na relação sociedade civil/democracia, engloba os diversos efeitos democráticos das associações e a caracterização dos diferentes tipos das mesmas. A segunda parte, sobre a participação associativa dos portugueses numa perspectiva comparativa europeia, aborda o envolvimento da população segundo os diferentes tipos de associações. Contempla ainda uma visão global do envolvimento associativo em Portugal face à situação de outros países europeus. Por associação entende-se “todo o grupo de indivíduos que decidem, voluntariamente, pôr em comum os seus conhecimentos ou actividades de forma continuada, segundo regras por eles definidas, tendo em vista compartilhar os benefícios da cooperação ou defender causas e interesses.” (Meister, 1972, citado por Viegas 2004)</p>
<p style="text-align: justify;">É no seguimento das propostas de Warren (2001) que o autor vai distinguir as associações de acordo com as suas características e os efeitos democráticos das mesmas. Será pelo cruzamento destas duas vertentes que poderemos visualizar melhor os efeitos diferenciados das associações. Ao centrar-se na análise dos efeitos democráticos das associações, parte-se da distinção que o autor referido faz dos três níveis em que esses efeitos se fazem sentir: ao nível individual, ao nível da espera pública e institucional. Warren (2001) desenvolve ainda critérios de análise das associações de acordo com as suas implicações democráticas no que diz respeito às relações das associações com o meio envolvente, aos objectivos que procedem e aos recursos que gerem.</p>
<p style="text-align: justify;">A análise comparativa da participação associativa parte de um projecto de investigação<sup>1</sup> sobre as atitudes e o comportamento social e politico dos portugueses numa perspectiva comparativa europeia<sup>2</sup>. Para tal, realizou-se um inquérito por questionário que foi aplicado em 2001. Dividia-se em várias partes, sendo que o autor se focou no envolvimento dos portugueses nas associações. Aplicado em 12 países europeus, o questionário pretendia averiguar se os indivíduos pertenciam a associações, e, no caso de pertencerem, qual o grau de envolvimento. Uma das desvantagens sublinhadas pelo autor da utilização deste método foi o facto de não ser possível uma comparação com as situações anteriores dos países.</p>
<p style="text-align: justify;">Após análise dos resultados, conclui-se que o envolvimento associativo de Portugal, medido ao nível do número de associados, é idêntico ao de Espanha, superior ao dos países de Leste seleccionados (Moldávia e Roménia) e inferior a todos os outros, em particular os países nórdicos. Importa referir os critérios utilizados pelo autor para a análise comparativa dos países: Espanha, pela semelhança a Portugal; a Holanda e a Alemanha, considerados países desenvolvidos do centro Europeu; a Dinamarca e a Noruega, países nórdicos, cívica e participativamente cultos; e a Moldávia e a Roménia, países de Leste recentemente inseridos no quadro democrático e liberal.</p>
<p style="text-align: justify;">A partir de uma análise factorial sobre os 27 tipos de associações presentes no questionário do inquérito, foram criados nove grupos gerais. No que diz respeito a Portugal, são as <em>associações desportivas, culturais e recreativas</em>, logo seguidas das <em>associações de solidariedade social e religiosas</em>, que registam percentagens mais elevadas de envolvimento. Segundo Viegas (2004), “estamos assim, perante associações com alto grau de voluntariado, que se movem no campo da <em>comunicação, cultura e normas sociais</em> e com objectivos direccionados para os seus membros, com excepção das associações de solidariedade social”.</p>
<p style="text-align: justify;">Conclui o autor que, ao nível das implicações democráticas, este tipo de envolvimento associativo, propicia a integração social, reforça identidades, possibilita a cooperação, mas não desenvolve grandes competências simbólicas, profissionais ou políticas, excepto ao nível do seu pessoal dirigente. Desta forma, considera-se que a contribuição para o debate na esfera pública é genericamente fraca e, quando existe, vai num sentido consensual, com poucos contributos para a deliberação democrática. Por outro lado, é nas <em>associações de consumidores</em> e <em>associações de defesa de direitos de cidadania e valores sociais</em>, cuja contribuição para a esfera pública é maior, que a percentagem de envolvimento e de participação activa mais baixa.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o autor, após a análise até aqui feita, “poderíamos concluir que em Portugal a contribuição das associações para o processo deliberativo democrático é mais fraca do que na generalidade dos países europeus desenvolvidos.” (Viegas, 2004). Os dados que foram analisados, no caso de Portugal, revelam uma sociedade civil debilitada, que segundo o autor pode ser explicativa também de outros comportamentos, como a elevada abstenção eleitoral.</p>
<p style="text-align: justify;">O estudo destas temáticas tem sido associado à emergência de novos movimentos sociais (Martins, 2003<sup>3</sup>); a estratégias de sobrevivência em territórios rurais marginalizados, constituindo as associações agentes de desenvolvimento local (Rocha-Trindade, 1986<sup>4</sup>); ou até à discussão em torno da participação em planeamento urbano (Vilaça, 1991<sup>5</sup>). O artigo contribui com uma problematização dos efeitos democráticos do envolvimento associativo e com um retrato geral do movimento associativo em Portugal. A distinção dos efeitos democráticos das associações de acordo com as características das mesmas demonstra-se particularmente pertinente, sublinhando-se a mais-valia da perspectiva comparativa.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><sup>1 </sup>Projecto “Cidadania e participação política e social: atitudes, comportamentos e mudanças institucionais”, tendo como investigadores José Manuel Leite Viegas (coord) e Sérgio Faria, financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia em meados de 2001</p>
<p style="text-align: justify;"><sup>2 </sup>O autor estava ainda envolvido no projecto internacional “ Citizenship, involvement, democracy”, financiado pela European Science Foundation, coordenado por Jan Van Deth, através do qual se realizou o inquérito internacional.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><sup>3</sup> Martins, Susana, 2003. &#8220;Novos associativismos e tematizações na sociedade portuguesa&#8221;, <em>Sociologia, Problemas e Práticas</em>, nº 43, 103- 132</p>
<p style="text-align: justify;"><sup>4</sup> Rocha-Trindade, Beatriz, 1986. &#8220;Do rural ao urbano: o associativismo como estratégia de sobrevivência, <em>Análise Social</em>, vol. XXII (91), 313-330</p>
<p style="text-align: justify;"><sup>5 </sup>Vilaça, Helena, 1991. “Associativismo urbano e participação na cidade”, <em>Revista da Faculdade de Letras do Porto – Sociologia</em>, série I, vol. I, Porto, FLUP, p. 175-85</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;">Referência bibliográfica do artigo</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Viegas, José Manuel Leite, “Implicações democráticas das associações voluntárias – O caso português numa perspectiva comparativa europeia”, in Sociologia, Problemas e Práticas nº 46, 2004, pp.33-50</p>
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		</item>
		<item>
		<title>SESSÃO DE APRESENTAÇÃO E DIVULGAÇÃO DO GUIA DE OBSERVAÇÃO DO PATRIMÓNIO RURAL</title>
		<link>http://www.forumlocal.org/sessao-de-apresentacao-e-divulgacao-do-guia-de-observacao-do-patrimonio-rural.html</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Jul 2010 11:52:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>forumlocal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agenda]]></category>

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		<description><![CDATA[Irá realizar-se pelas 10 horas nas instalações da Raia Histórica e é organizada pela Direcção Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural (DGADR). A sessão será seguida de uma visita por Trancoso, que se realizará por volta das 15 horas. Saiba mais aqui. 
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Irá realizar-se pelas 10 horas nas instalações da Raia Histórica e é organizada pela Direcção Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural (DGADR). A sessão será seguida de uma visita por Trancoso, que se realizará por volta das 15 horas. Saiba mais <a href="http://www.raiahistorica.org/?op=destaque-detalhe&amp;id=46" target="_blank">aqui. </a></p>
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		<item>
		<title>EUKN &#8211; EUROPEAN URBAN KNOWLEDGE NETWORK</title>
		<link>http://www.forumlocal.org/eukn-european-urban-knowledge-network.html</link>
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		<pubDate>Thu, 08 Jul 2010 15:51:07 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A European Urban Knowledge Network (EUKN) é uma rede intergovernamental urbana, da qual fazem parte actualmente quinze Estados-Membros. O principal objectivo da EUKN é aumentar o intercâmbio de conhecimento e experiências sobre o desenvolvimento urbano em toda a Europa. Esta rede é caracterizada por uma abordagem centrada nas necessidades dos profissionais em políticas urbanas. Possui [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A European Urban Knowledge Network (EUKN) é uma rede intergovernamental urbana, da qual fazem parte actualmente quinze Estados-Membros. O principal objectivo da EUKN é aumentar o intercâmbio de conhecimento e experiências sobre o desenvolvimento urbano em toda a Europa. Esta rede é caracterizada por uma abordagem centrada nas necessidades dos profissionais em políticas urbanas. Possui uma biblioteca e uma extensa base de dados, onde podemos ter acesso a estudos realizados, documentos, notícias e reuniões actualizadas.<span id="more-3171"></span>Para além de ser uma rede de conhecimento, é também uma plataforma internacional que potencia o intercâmbio de conhecimentos e experiencias durante reuniões nacionais e internacionais, disponibilizando sempre informação actualizada. Essa disponibilização é feita através dos NFP (National Focal Points).</p>
<p style="text-align: justify;">Actualmente, a EUKN está a entrar numa nova fase, na qual um dos principais objectivos é o de fortalecer -se como uma plataforma que, para além de informativa, seja também de aprendizagem. Assim, permitirá o acesso a uma vasta panóplia de problemas urbanos, que através de uma abordagem interactiva da plataforma, podem ser debatidos, contribuindo para uma maior eficácia das iniciativas de políticas urbanas.</p>
<p style="text-align: justify;">Saiba mais <a href="http://www.eukn.org/" target="_blank">aqui</a>.</p>
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		<item>
		<title>SEMINÁRIO INTERNACIONAL &#8211; PROMOVER A COESÃO, DESCENTRALIZAR O ESTADO, DESENVOLVER AS REGIÕES</title>
		<link>http://www.forumlocal.org/seminario-internacional-promover-a-coesao-descentralizar-o-estado-desenvolver-as-regioes.html</link>
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		<pubDate>Thu, 01 Jul 2010 13:10:22 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O presente seminário tem como objectivo o debate acerca de questões como a do desenvolvimento das regiões, da descentralização do Estado e da coesão dos territórios. Terá lugar no Mosteiro de S. Bento da Vitória, pelas 9h30 e é promovido pela  Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N) e pelo Conselho Regional [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span id="parent-fieldname-description"><span>O presente seminário tem como </span><span>o</span>bjectiv<span>o</span> o debate acerca de questões como a do desenvolvimento das regiões, da descentralização do Estado e da coesão dos territórios. Terá lugar no Mosteiro de S. Bento da Vitória, pelas 9h30 e é promovido pela </span><span id="parent-fieldname-description"> C<span>o</span>missã<span>o</span> de C<span>o</span><span>o</span>rden<span>a</span>çã<span>o</span> e Desenv<span>o</span>lviment<span>o</span> Regi<span>o</span>n<span>a</span>l d<span>o</span> N<span>o</span>rte (CCDR-N) e <span>pelo</span> C<span>o</span>nselh<span>o</span> Regi<span>o</span>n<span>a</span>l d<span>o</span> N<span>o</span>rte. Saiba mais <a href="http://norteemrede.inescporto.pt/rede-informacao-regional/eventos/seminario-internacional-promover-a-coesao-descentralizar-o-estado-desenvolver-as-regioes-que-desafios-em-portugal-e-na-europa" target="_blank">aqui</a>. </span></p>
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		<title>SESSÃO PÚBLICA DE APRESENTAÇÃO DO PROJECTO PORTUGAL RURAL</title>
		<link>http://www.forumlocal.org/sessao-publica-de-apresentacao-do-projecto-portugal-rural.html</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Jun 2010 13:48:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>forumlocal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Decorrerá na loja Portugal Rural, e terá início às 17.30. Vai ser apresentado o projecto de cooperação interterritorial Portugal Rural, no âmbito da  Cooperação LEADER do Subprograma 3 do PRODER.  Saiba mais aqui.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Decorrerá na loja Portugal Rural, e terá início às 17.30. Vai ser apresentado o projecto de cooperação interterritorial Portugal Rural, no âmbito da  Cooperação LEADER do Subprograma 3 do PRODER.  Saiba mais <a href="http://www.adelo.pt/noticias/index.php?action=getDetalhe&amp;id=18" target="_blank">aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>OS SABERES DA SERRA &#8211; REPORTAGEM tsf</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Jun 2010 14:30:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Uma recente reportagem da TSF, de Maria Augusta Casaca com sonorização de João Félix Pereira, fala-nos de um Algarve normalmente desconhecido. Neste Algarve interior, as pessoas que ainda aí vivem e trabalham são os guardiões destes saberes da serra, pequenos produtores que não cruzam os braços aos variados obstáculos que se lhes colocam. Poucos são os que conseguem desenvolver as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Uma recente reportagem da TSF, de Maria Augusta Casaca com sonorização de João Félix Pereira, fala-nos de um Algarve normalmente desconhecido. Neste Algarve interior, as pessoas que ainda aí vivem e trabalham são os guardiões destes<em> <a href="http://tsf.sapo.pt/Programas/programa.aspx?content_id=917979&amp;audio_id=1573315" target="_blank">saberes da serra</a></em>, pequenos produtores que não cruzam os braços aos variados obstáculos que se lhes colocam. Poucos são os que conseguem desenvolver as suas actividades, queixando-se, de entre outras burocracias, do excesso de tempo para aprovação dos projectos que propõem. <span id="more-3137"></span>Dos que estão legalizados, alguns deles escoam os seus produtos nas feiras organizadas pelas Câmaras Municipais. São histórias individuais de “teimosia” que povoam o desenvolvimento local do Algarve rural, ecoando percursos de resistência que acontecem em outros locais do interior do país.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesta reportagem podemos conhecer algumas dessas pessoas, da Serra do Caldeirão a Monchique. Os 22 anos de vida de André Lopes, padeiro em Ameixial (Loulé), não chegam a metade dos 50 anos de trabalho de António Costa, enquanto produtor de aguardente de medronho. Ambos utilizam saberes tradicionais na sua actividade económica e sabem que escasseiam pessoas da idade do André para dar continuidade ou emprego a quem queira dedicar-se-lhes. Restam poucas histórias como a de Idália Duarte, 52 anos, que na sua fábrica de enchidos na Serra de Monchique emprega 15 pessoas, número assinalável numa economia local pouco dinâmica. Mas outras vozes se fazem ouvir.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesta reportagem escutamos ainda uma das vozes activistas mais persistentes no panorama do desenvolvimento local algarvio. A Associação in Loco têm apoiado os produtores locais e Príscila Soares, um dos seus membros, conhece bem os obstáculos que estes produtores têm de enfrentar. Reforça a ideia de que “nada neste país está pensado em função dos pequenos produtores”, sublinhando que, com o decréscimo das produções locais, o nosso país fica mais pobre a todos os níveis, quer cultural, social ou económico.</p>
<p style="text-align: justify;">Não deixe de ouvir a reportagem <a href="http://tsf.sapo.pt/Programas/programa.aspx?content_id=917979&amp;audio_id=1573315" target="_blank">aqui</a>.</p>
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