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	<title>Fórum Local &#187; Destaques</title>
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	<description>Fórum Local: Associativismo e Desenvolvimento Local</description>
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		<title>IN LOCO</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 14:03:50 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A In Loco é uma Associação de Desenvolvimento Local (ADL) sem fins lucrativos que funciona na região algarvia desde 1988. Tem como objectivos lançar e apoiar iniciativas para a animação, capacitação e organização das pessoas e das entidades, desenvolvidas em parceria, numa lógica de integração e de processos de investigação. No site está toda a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A In Loco é uma Associação de Desenvolvimento Local (ADL) sem fins lucrativos que funciona na região algarvia desde 1988. Tem como objectivos lançar e apoiar iniciativas para a animação, capacitação e organização das pessoas e das entidades, desenvolvidas em parceria, numa lógica de integração e de processos de investigação. No <a href="http://www.in-loco.pt/" target="_blank">site</a> está toda a informação sobre os seus projectos e podemos aceder à newsletter cujo terceiro número foi agora lançado. Nas suas actividades mais recentes está a organização, em parceria com o Centro de Estudos Sociais, da segunda edição da Universidade de Verão, desta feita sobre “Redes Sociais – da abordagem institucional à abordagem participativa”.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-3199"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A In Loco teve origem no projecto RADIAL, da Universidade do Algarve em 1985 (Guia ANIMAR, 2005). Foi reconhecida como ADL sem fins lucrativos em 1991 pelo IEFP, “acreditada como Entidade Formadora em diversos domínios de intervenção desde 1998, considerada Pessoa Colectiva de Utilidade Pública em 2001 e acreditada como Entidade Gestora de um Centro de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências (actualmente designado de Centro Novas Oportunidades) em 2003”. Esta associação define como prioridade o conhecimento directo entre todos os associados e associadas e à sua participação em projectos e actividades, continuando aberta a todas as pessoas que vêem no desenvolvimento local um espaço livre e criativo para o seu investimento profissional e pessoal.</p>
<p style="text-align: justify;">A In Loco disponibilizou recentemente o <a href="http://www.in-loco.pt/site/parameters/inloco/files/File/upload/Newsletter/n3_2010.pdf" target="_blank">terceiro Boletim Informativo Digital</a> &#8220;Notícias IN LOCO&#8221;. É um meio de informar acerca das actividades que estão a decorrer relativas à associação. Neste número alguns dos temas abordados são desenvolvimento regional, desenvolvimento local, processos participativos, entre outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Vai decorrer a <a href="http://www.in-loco.pt/site/index.php?module=ContentExpress&amp;func=display&amp;ceid=111" target="_blank">segunda edição da Universidade de Verão</a>, entre os dias 15 e 18 de Setembro, que tem como tema principal “Redes Sociais – da abordagem institucional à abordagem participativa”. A primeira edição abordou o tema da “Governação e participação desafiando a crise”. A segunda edição da Universidade de Verão destina-se a um público muito diverso, desde aos eleitos locais e técnicos de autarquias, até a professores e estudantes, assim como a cidadãos interessados em participar em processos de dinamização comunitária nas suas localidades.</p>
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		<title>IMPLICAÇÕES DEMOCRÁTICAS DAS ASSOCIAÇÕES VOLUNTÁRIAS, DE JOSÉ LEITE VIEGAS (2004)</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Jul 2010 15:04:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>forumlocal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>

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		<description><![CDATA[No artigo “Implicações democráticas das associações voluntárias – O caso português numa perspectiva comparativa europeia” (Sociologia, Problemas e Práticas nº 46, 2004, pp.33-50), José Leite Viegas propõe-se a desenvolver uma análise dos efeitos democráticos do associativismo. Considerando que as análises empíricas já realizadas sobre esta questão não revelam os seus verdadeiros efeitos, propõe-se a colmatar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">No artigo <a href="http://sociologiapp.iscte.pt/fichaartigo.jsp?pkid=497" target="_blank">“Implicações democráticas das associações voluntárias – O caso português numa perspectiva comparativa europeia”</a> (Sociologia, Problemas e Práticas nº 46, 2004, pp.33-50), José Leite Viegas propõe-se a desenvolver uma análise dos efeitos democráticos do associativismo. Considerando que as análises empíricas já realizadas sobre esta questão não revelam os seus verdadeiros efeitos, propõe-se a colmatar esta lacuna. Contudo, o artigo começa por lançar uma questão central: como poderá o associativismo ter implicações democráticas vastas se a percentagem de indivíduos que se envolvem activamente é pequena? A primeira noção a reter está associada à ideia de que os efeitos democráticos podem então não estar restritos à participação dos indivíduos na vida interna das associações.<span id="more-3186"></span>O artigo está dividido em duas partes. A primeira, sobre o papel das associações na relação sociedade civil/democracia, engloba os diversos efeitos democráticos das associações e a caracterização dos diferentes tipos das mesmas. A segunda parte, sobre a participação associativa dos portugueses numa perspectiva comparativa europeia, aborda o envolvimento da população segundo os diferentes tipos de associações. Contempla ainda uma visão global do envolvimento associativo em Portugal face à situação de outros países europeus. Por associação entende-se “todo o grupo de indivíduos que decidem, voluntariamente, pôr em comum os seus conhecimentos ou actividades de forma continuada, segundo regras por eles definidas, tendo em vista compartilhar os benefícios da cooperação ou defender causas e interesses.” (Meister, 1972, citado por Viegas 2004)</p>
<p style="text-align: justify;">É no seguimento das propostas de Warren (2001) que o autor vai distinguir as associações de acordo com as suas características e os efeitos democráticos das mesmas. Será pelo cruzamento destas duas vertentes que poderemos visualizar melhor os efeitos diferenciados das associações. Ao centrar-se na análise dos efeitos democráticos das associações, parte-se da distinção que o autor referido faz dos três níveis em que esses efeitos se fazem sentir: ao nível individual, ao nível da espera pública e institucional. Warren (2001) desenvolve ainda critérios de análise das associações de acordo com as suas implicações democráticas no que diz respeito às relações das associações com o meio envolvente, aos objectivos que procedem e aos recursos que gerem.</p>
<p style="text-align: justify;">A análise comparativa da participação associativa parte de um projecto de investigação<sup>1</sup> sobre as atitudes e o comportamento social e politico dos portugueses numa perspectiva comparativa europeia<sup>2</sup>. Para tal, realizou-se um inquérito por questionário que foi aplicado em 2001. Dividia-se em várias partes, sendo que o autor se focou no envolvimento dos portugueses nas associações. Aplicado em 12 países europeus, o questionário pretendia averiguar se os indivíduos pertenciam a associações, e, no caso de pertencerem, qual o grau de envolvimento. Uma das desvantagens sublinhadas pelo autor da utilização deste método foi o facto de não ser possível uma comparação com as situações anteriores dos países.</p>
<p style="text-align: justify;">Após análise dos resultados, conclui-se que o envolvimento associativo de Portugal, medido ao nível do número de associados, é idêntico ao de Espanha, superior ao dos países de Leste seleccionados (Moldávia e Roménia) e inferior a todos os outros, em particular os países nórdicos. Importa referir os critérios utilizados pelo autor para a análise comparativa dos países: Espanha, pela semelhança a Portugal; a Holanda e a Alemanha, considerados países desenvolvidos do centro Europeu; a Dinamarca e a Noruega, países nórdicos, cívica e participativamente cultos; e a Moldávia e a Roménia, países de Leste recentemente inseridos no quadro democrático e liberal.</p>
<p style="text-align: justify;">A partir de uma análise factorial sobre os 27 tipos de associações presentes no questionário do inquérito, foram criados nove grupos gerais. No que diz respeito a Portugal, são as <em>associações desportivas, culturais e recreativas</em>, logo seguidas das <em>associações de solidariedade social e religiosas</em>, que registam percentagens mais elevadas de envolvimento. Segundo Viegas (2004), “estamos assim, perante associações com alto grau de voluntariado, que se movem no campo da <em>comunicação, cultura e normas sociais</em> e com objectivos direccionados para os seus membros, com excepção das associações de solidariedade social”.</p>
<p style="text-align: justify;">Conclui o autor que, ao nível das implicações democráticas, este tipo de envolvimento associativo, propicia a integração social, reforça identidades, possibilita a cooperação, mas não desenvolve grandes competências simbólicas, profissionais ou políticas, excepto ao nível do seu pessoal dirigente. Desta forma, considera-se que a contribuição para o debate na esfera pública é genericamente fraca e, quando existe, vai num sentido consensual, com poucos contributos para a deliberação democrática. Por outro lado, é nas <em>associações de consumidores</em> e <em>associações de defesa de direitos de cidadania e valores sociais</em>, cuja contribuição para a esfera pública é maior, que a percentagem de envolvimento e de participação activa mais baixa.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o autor, após a análise até aqui feita, “poderíamos concluir que em Portugal a contribuição das associações para o processo deliberativo democrático é mais fraca do que na generalidade dos países europeus desenvolvidos.” (Viegas, 2004). Os dados que foram analisados, no caso de Portugal, revelam uma sociedade civil debilitada, que segundo o autor pode ser explicativa também de outros comportamentos, como a elevada abstenção eleitoral.</p>
<p style="text-align: justify;">O estudo destas temáticas tem sido associado à emergência de novos movimentos sociais (Martins, 2003<sup>3</sup>); a estratégias de sobrevivência em territórios rurais marginalizados, constituindo as associações agentes de desenvolvimento local (Rocha-Trindade, 1986<sup>4</sup>); ou até à discussão em torno da participação em planeamento urbano (Vilaça, 1991<sup>5</sup>). O artigo contribui com uma problematização dos efeitos democráticos do envolvimento associativo e com um retrato geral do movimento associativo em Portugal. A distinção dos efeitos democráticos das associações de acordo com as características das mesmas demonstra-se particularmente pertinente, sublinhando-se a mais-valia da perspectiva comparativa.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><sup>1 </sup>Projecto “Cidadania e participação política e social: atitudes, comportamentos e mudanças institucionais”, tendo como investigadores José Manuel Leite Viegas (coord) e Sérgio Faria, financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia em meados de 2001</p>
<p style="text-align: justify;"><sup>2 </sup>O autor estava ainda envolvido no projecto internacional “ Citizenship, involvement, democracy”, financiado pela European Science Foundation, coordenado por Jan Van Deth, através do qual se realizou o inquérito internacional.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><sup>3</sup> Martins, Susana, 2003. &#8220;Novos associativismos e tematizações na sociedade portuguesa&#8221;, <em>Sociologia, Problemas e Práticas</em>, nº 43, 103- 132</p>
<p style="text-align: justify;"><sup>4</sup> Rocha-Trindade, Beatriz, 1986. &#8220;Do rural ao urbano: o associativismo como estratégia de sobrevivência, <em>Análise Social</em>, vol. XXII (91), 313-330</p>
<p style="text-align: justify;"><sup>5 </sup>Vilaça, Helena, 1991. “Associativismo urbano e participação na cidade”, <em>Revista da Faculdade de Letras do Porto – Sociologia</em>, série I, vol. I, Porto, FLUP, p. 175-85</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;">Referência bibliográfica do artigo</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Viegas, José Manuel Leite, “Implicações democráticas das associações voluntárias – O caso português numa perspectiva comparativa europeia”, in Sociologia, Problemas e Práticas nº 46, 2004, pp.33-50</p>
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		<title>EUKN &#8211; EUROPEAN URBAN KNOWLEDGE NETWORK</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Jul 2010 15:51:07 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A European Urban Knowledge Network (EUKN) é uma rede intergovernamental urbana, da qual fazem parte actualmente quinze Estados-Membros. O principal objectivo da EUKN é aumentar o intercâmbio de conhecimento e experiências sobre o desenvolvimento urbano em toda a Europa. Esta rede é caracterizada por uma abordagem centrada nas necessidades dos profissionais em políticas urbanas. Possui [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A European Urban Knowledge Network (EUKN) é uma rede intergovernamental urbana, da qual fazem parte actualmente quinze Estados-Membros. O principal objectivo da EUKN é aumentar o intercâmbio de conhecimento e experiências sobre o desenvolvimento urbano em toda a Europa. Esta rede é caracterizada por uma abordagem centrada nas necessidades dos profissionais em políticas urbanas. Possui uma biblioteca e uma extensa base de dados, onde podemos ter acesso a estudos realizados, documentos, notícias e reuniões actualizadas.<span id="more-3171"></span>Para além de ser uma rede de conhecimento, é também uma plataforma internacional que potencia o intercâmbio de conhecimentos e experiencias durante reuniões nacionais e internacionais, disponibilizando sempre informação actualizada. Essa disponibilização é feita através dos NFP (National Focal Points).</p>
<p style="text-align: justify;">Actualmente, a EUKN está a entrar numa nova fase, na qual um dos principais objectivos é o de fortalecer -se como uma plataforma que, para além de informativa, seja também de aprendizagem. Assim, permitirá o acesso a uma vasta panóplia de problemas urbanos, que através de uma abordagem interactiva da plataforma, podem ser debatidos, contribuindo para uma maior eficácia das iniciativas de políticas urbanas.</p>
<p style="text-align: justify;">Saiba mais <a href="http://www.eukn.org/" target="_blank">aqui</a>.</p>
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		<title>OS SABERES DA SERRA &#8211; REPORTAGEM tsf</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Jun 2010 14:30:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Uma recente reportagem da TSF, de Maria Augusta Casaca com sonorização de João Félix Pereira, fala-nos de um Algarve normalmente desconhecido. Neste Algarve interior, as pessoas que ainda aí vivem e trabalham são os guardiões destes saberes da serra, pequenos produtores que não cruzam os braços aos variados obstáculos que se lhes colocam. Poucos são os que conseguem desenvolver as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Uma recente reportagem da TSF, de Maria Augusta Casaca com sonorização de João Félix Pereira, fala-nos de um Algarve normalmente desconhecido. Neste Algarve interior, as pessoas que ainda aí vivem e trabalham são os guardiões destes<em> <a href="http://tsf.sapo.pt/Programas/programa.aspx?content_id=917979&amp;audio_id=1573315" target="_blank">saberes da serra</a></em>, pequenos produtores que não cruzam os braços aos variados obstáculos que se lhes colocam. Poucos são os que conseguem desenvolver as suas actividades, queixando-se, de entre outras burocracias, do excesso de tempo para aprovação dos projectos que propõem. <span id="more-3137"></span>Dos que estão legalizados, alguns deles escoam os seus produtos nas feiras organizadas pelas Câmaras Municipais. São histórias individuais de “teimosia” que povoam o desenvolvimento local do Algarve rural, ecoando percursos de resistência que acontecem em outros locais do interior do país.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesta reportagem podemos conhecer algumas dessas pessoas, da Serra do Caldeirão a Monchique. Os 22 anos de vida de André Lopes, padeiro em Ameixial (Loulé), não chegam a metade dos 50 anos de trabalho de António Costa, enquanto produtor de aguardente de medronho. Ambos utilizam saberes tradicionais na sua actividade económica e sabem que escasseiam pessoas da idade do André para dar continuidade ou emprego a quem queira dedicar-se-lhes. Restam poucas histórias como a de Idália Duarte, 52 anos, que na sua fábrica de enchidos na Serra de Monchique emprega 15 pessoas, número assinalável numa economia local pouco dinâmica. Mas outras vozes se fazem ouvir.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesta reportagem escutamos ainda uma das vozes activistas mais persistentes no panorama do desenvolvimento local algarvio. A Associação in Loco têm apoiado os produtores locais e Príscila Soares, um dos seus membros, conhece bem os obstáculos que estes produtores têm de enfrentar. Reforça a ideia de que “nada neste país está pensado em função dos pequenos produtores”, sublinhando que, com o decréscimo das produções locais, o nosso país fica mais pobre a todos os níveis, quer cultural, social ou económico.</p>
<p style="text-align: justify;">Não deixe de ouvir a reportagem <a href="http://tsf.sapo.pt/Programas/programa.aspx?content_id=917979&amp;audio_id=1573315" target="_blank">aqui</a>.</p>
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		<title>ORÇAMENTO PARTICIPATIVO LISBOA 2010/2011</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Jun 2010 01:51:42 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Destaques]]></category>

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		<description><![CDATA[Está aberta a nova fase do ciclo de Orçamento Participativo, aprovado pela Câmara Municipal de Lisboa. Nesta 3ª edição do Orçamento Participativo de Lisboa, as novidades são: o alargamento do prazo de participação, a realização paralela de Assembleias Participativas e a ampliação do leque de competências municipais em debate.As Assembleias Participativas irão decorrer até dia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Está aberta a nova fase do ciclo de Orçamento Participativo, aprovado pela Câmara Municipal de Lisboa. Nesta 3ª edição do Orçamento Participativo de Lisboa, as novidades são: o alargamento do prazo de participação, a realização paralela de Assembleias Participativas e a ampliação do leque de competências municipais em debate.<span id="more-3127"></span>As Assembleias Participativas irão decorrer até dia 24 de Julho em diferentes locais. O objectivo é iniciar um ciclo de reuniões onde a população pode apresentar propostas no âmbito do Orçamento Participativo. As próximas seis Assembleias Participativas realizam-se nos seguintes locais e datas, sempre entre as 18h30 e as 20h30:  </p>
<p>17 de Junho &#8211; Casa do Concelho de Tomar <br />
21 de Junho &#8211; Ginásio da Junta de Freguesia de S. João <br />
23 de Junho &#8211; Junta de Freguesia de Alcântara <br />
24 de Junho &#8211; Voz do Operário <br />
 <br />
A inscrição para as Assembleias Participativas é feita nas Juntas de Freguesia, através do e-mail <a href="mailto:op@cm-lisboa.pt" target="_blank">op@cm-lisboa.pt</a> ou no próprio local até ao início dos trabalhos, mediante o preenchimento de uma ficha.</p>
<p style="text-align: justify;"> Saiba mais <a href="http://www.cm-lisboa.pt/index.php?idc=525" target="_blank">aqui</a>.</p>
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		<title>ALIENDE &#8211; ASSOCIAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO LOCAL</title>
		<link>http://www.forumlocal.org/aliende-associacao-para-o-desenvolvimento-local-2.html</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Jun 2010 13:02:37 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Destaques]]></category>

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		<description><![CDATA[Constituída em 1994 e sediada posteriormente em Montoito, desde 2000, a ALIENDE – Associação para o Desenvolvimento Local é uma associação de direito privado, sem fins lucrativos. Promove um conjunto alargado de actividades, particularmente orientadas para o desenvolvimento da localidade, sempre com o objectivo de combater a “desertificação humana e a exclusão social em micro-regiões [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Constituída em 1994 e sediada posteriormente em Montoito, desde 2000, a ALIENDE – Associação para o Desenvolvimento Local é uma associação de direito privado, sem fins lucrativos. Promove um conjunto alargado de actividades, particularmente orientadas para o desenvolvimento da localidade, sempre com o objectivo de combater a “desertificação humana e a exclusão social em micro-regiões do Alentejo”.<span id="more-3111"></span></p>
<p style="text-align: justify;">No site da Associação podemos também aceder a manuais que incitam a uma melhor participação por parte dos cidadãos nos assuntos relacionados com o desenvolvimento local. Saiba mais <a href="http://www.aliende.pt/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=1&amp;Itemid=3" target="_blank">aqui</a>.</p>
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		<title>2010 &#8211; ANO EUROPEU DE COMBATE À POBREZA E À EXCLUSÃO SOCIAL</title>
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		<pubDate>Fri, 28 May 2010 10:29:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O ano 2010 é o Ano Europeu de Combate à Pobreza e à Exclusão Social (AECPES) cujo grande objectivo é relembrar a relevância que o combate à pobreza e à exclusão social deverá ter na Política da União Europeia. No âmbito desta iniciativa, realça-se a importância do envolvimento da sociedade civil e da intervenção ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O ano 2010 é o Ano Europeu de Combate à Pobreza e à Exclusão Social (AECPES) cujo grande objectivo é relembrar a relevância que o combate à pobreza e à exclusão social deverá ter na Política da União Europeia. No âmbito desta iniciativa, realça-se a importância do envolvimento da sociedade civil e da intervenção ao nível local. <span id="more-3101"></span>Para além do princípio geral de reconhecimento do “direito fundamental das pessoas em situação de pobreza e exclusão social a viver com dignidade e a participar activamente na sociedade”, enunciam-se outros eixos orientadores como “responsabilidade partilhada e participação”, “coesão” e “empenho e acções concretas”. Saiba mais <a href="http://www.2010combateapobreza.pt/conteudo.asp?tit=2" target="_blank">aqui.</a></p>
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		<title>DIA DO PODER LOCAL</title>
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		<pubDate>Thu, 20 May 2010 14:24:01 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Dia 20 de Maio celebra-se o Dia do Poder Local. A ANMP, Associação Nacional dos Municípios Portugueses, assinalou o dia com uma nova proposta: a criação de Comissões Municipais de Protecção de Pessoas Idosas, nas autarquias. Esta associação reúne os municípios do território nacional e tem como objectivo a promoção, protecção e representação do Poder [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Dia 20 de Maio celebra-se o Dia do Poder Local. A ANMP, Associação Nacional dos Municípios Portugueses, assinalou o dia com uma nova proposta: a criação de Comissões Municipais de Protecção de Pessoas Idosas, nas autarquias. Esta associação reúne os municípios do território nacional e tem como objectivo a promoção, protecção e representação do Poder Local.</p>
<p style="text-align: justify;">Aceda a mais informação <a href="http://www.anmp.pt/" target="_blank">aqui</a>.</p>
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		<title>A POLÍTICA AGRÍCOLA COMUM (PAC) PÓS-2013</title>
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		<pubDate>Thu, 06 May 2010 14:34:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Os 27 Estados Membros da União Europeia estão envolvidos no debate que se encontra a decorrer acerca da PAC pós-2013, uma política que envolve os maiores recursos financeiros. Foram identificadas cinco áreas essenciais, nomeadamente: segurança alimentar e comércio justo, agricultura na Europa, biodiversidade e protecção ambiental, sustentabilidade e crescimento verde. A Comissão Europeia criou uma ferramenta, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os 27 Estados Membros da União Europeia estão envolvidos no debate que se encontra a decorrer acerca da PAC pós-2013, uma política que envolve os maiores recursos financeiros. Foram identificadas cinco áreas essenciais, nomeadamente: segurança alimentar e comércio justo, agricultura na Europa, biodiversidade e protecção ambiental, sustentabilidade e crescimento verde. <span id="more-3047"></span>A Comissão Europeia criou uma ferramenta, presente na página da Internet da Direcção-geral de Agricultura, para dinamizar a participação da sociedade europeia na construção desta política. Tenciona recolher contributos para resposta a questões como  “Porque é necessária uma política agrícola comum europeia?” e “De que instrumentos necessita a PAC do futuro?”.</p>
<p style="text-align: justify;">No caso de Portugal, o Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas, criou um fórum onde se podem consultar orientações da política agrícola e do desenvolvimento rural, que envolve várias entidades. Pretende-se criar ainda um grupo que ficará encarregue de identificar os principais desafios e opções nacionais em relação ao futuro da PAC pós-2013, contribuindo para um maior debate público. A Rede Rural Nacional tenciona também participar neste debate, dando o seu contributo na resposta a algumas questões específicas sobre questões do desenvolvimento rural.</p>
<p style="text-align: justify;">Consulte mais informação <a href="http://ec.europa.eu/agriculture/cap-post-2013/debate/index_pt.htm" target="_blank">aqui</a>.</p>
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		<title>GUIA TERRITÓRIOS, PRODUTOS E ACTORES SOCIAIS</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Apr 2010 14:37:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Programa de Qualidade e Origem, do qual a FAO1 é responsável, publicou em parceria com o projecto europeu SINER-GI2 o Guia de territórios, produtos e actores locais. Este tem como objectivos explicar o conceito de qualidade numa perspectiva mais geográfica; sensibilizar as pessoas para as potencialidades dos produtos ditos “de origem” para o desenvolvimento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Programa de Qualidade e Origem, do qual a FAO<sup>1</sup> é responsável, publicou em parceria com o projecto europeu SINER-GI<sup>2</sup> o Guia de territórios, produtos e actores locais. Este tem como objectivos explicar o conceito de qualidade numa perspectiva mais geográfica; sensibilizar as pessoas para as potencialidades dos produtos ditos “de origem” para o desenvolvimento rural e para as condições de sustentabilidade locais e, por fim, sugerir meios para facilitar a implementação dos sistemas de referenciação geográfica ao nível local, através de ferramentas e metodologias específicas. Saiba mais informação <a href="http://www.foodquality-origin.org/guide/index.html" target="_blank">aqui</a>.<span id="more-3023"></span></p>
<p style="font-size: 9px;"><sup>1</sup> Food and Agriculture Organization (ONU)<sup><br />
2</sup> Strengthening International Research on Geographical Indications Project (UE)</p>
]]></content:encoded>
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