Fórum Local, 10 Março 2010
Já viu a nossa montra local? É uma secção do site que o convidamos a preencher. Conhece projectos, iniciativas ou produtores que lhe pareçam fazer intervenções interessantes ao nível local? Queremos também conhecer e divulgar!
Com a introdução do conceito e metodologias de Desenvolvimento Local, tem-se dado cada vez mais atenção a actividades e iniciativas locais, designadamente como forma de melhorar a adaptação e aplicação das políticas e dos projectos de acção nas comunidades. Passou a dar-se especial importância aos projectos e aos produtos locais tidos como a base do dito desenvolvimento endógeno. São estes exemplos que pretendemos divulgar na nossa Montra Local. + Ler Mais
A iniciativa PROVE – Promover e Vender, desenvolvida no âmbito da iniciativa comunitária EQUAL, promove novos modos de comercialização de produtos agrícolas entre consumidores e pequenos produtores, privilegiando circuitos curtos de proximidade. Abrange as zonas da Península de Setúbal, Vale do Sousa, Alentejo Central e Porto e tem como principal objectivo a melhoria do escoamento das suas produções. + Ler Mais
A Vicentina – Associação para o Desenvolvimento do Sudoeste, é uma Associação de Desenvolvimento Local sem fins lucrativos, que funciona desde 1992. Tem um leque de actividades diverso, com vários projectos ligados ao desenvolvimento local, designadamente ao nível da formação profissional. Desenvolve a sua acção na região sudoeste do País, nos concelhos de Odemira, Aljezur, Vila do Bispo, Lagos, Portimão, Monchique, Silves, Lagoa e Albufeira. + Ler Mais
A DGOTDU – Direcção Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano – é responsável pelas políticas nacionais de ordenamento do território e de urbanismo. É um organismo público e um serviço central do Estado que está inserido no Ministério do Ambiente e do Ordenamento do Território.
A respectiva página na Web foi recentemente actualizada, passando a integrar o Portal do Ordenamento do Território e do Urbanismo (Portal OT/U) e do Sistema Nacional de Informação Territorial (SNIT). + Ler Mais
Foi publicada recentemente, pelo Conselho dos Municípios e Regiões da Europa (CCRE), a última edição da ficha técnica com informação sobre os governos sub-nacionais na Europa. Contem indicadores sobre administração local e regional, a nível Europeu – em Portugal, a escala é a do município – com variáveis sócio-económicas, que vão desde indicadores sobre finanças públicas, eleições e participação das mulheres ou o número de geminações, por exemplo. Trata-se de um documento que pode consultar em inglês ou francês, disponível aqui.
Nesta edição da Revista Vez e Voz, explora-se o percurso desde a primeira MANIFesta realizada em Santarém (1994) até à última que se realizou no passado ano de 2009 em Peniche. Desta forma, pretende reflectir a “perspectiva das Organizações Cívicas e Solidárias (OCS) e dos cidadãos activos responsáveis pela valorização socioterritorial em meios carecidos de consistência relacional e económica de base comunitária”. Dá-se ainda uma atenção especial à última MANIFesta, onde se procurou obter elementos que contextualizem uma abordagem social e política sobre a “crise” actual que o País atravessa. Saiba mais informação aqui.
Vilas que não querem ser cidades, cidades que são vilas. Classificações à parte, do estatuto de cidade à efectiva urbanidade vão passos largos. Sabia que Oeiras, Sintra ou Cascais são vilas? Conhece a cidade de Pinhel?
“a mesma história que define a recusa de Ponte de Lima em ser cidade é responsável pela manutenção do título em localidades que há muito perderam a dimensão para o serem. José Manuel Simões, professor do Instituto de Geografia e Ordenamento do Território da Universidade de Lisboa, lembra, por exemplo, o caso de Miranda do Douro: “A meio do século passado, perdeu tanta população que chegou a ter menos de 2000 habitantes; por essa altura, Amareleja, que era uma aldeia, tinha mais de 5000. + Ler Mais
Foi publicado, no passado mês de Dezembro de 2009, nos Cadernos do Observatório do QREN, um artigo de autoria de Renato Miguel do Carmo intitulado “Coesão Social: componentes e processos”. Um dos objectivos desta publicação é auxiliar os responsáveis políticos, na medida em que descreve e explicita as componentes e os processos para a concretização de uma maior coesão social, que é uma das principais preocupações das políticas públicas. + Ler Mais
A sessão de lançamento do livro ” Construção da nação e associativismo na emigração portuguesa” (org. Daniel Melo e Eduardo Caetano da Silva) terá lugar na Livraria Ler Devagar da Lx Factory, em Lisboa, dia 9 de Janeiro de 2010 pelas 19 horas. A apresentação do livro será feita pelo Prof. Onésio Teotónio de Almeida. Saiba mais aqui.
A Rede Social foi criada através da Resolução do Conselho de Ministros nº 197/97, de 18 de Novembro. Surge no âmbito de afirmação de uma nova geração de políticas sociais activas, baseadas na responsabilização e mobilização do conjunto da sociedade e de cada indivíduo para o esforço de erradicação da pobreza e da exclusão social em Portugal. É um programa que promove o desenvolvimento social local e que pretende constituir redes de apoio social, envolvendo toda a comunidade de forma a resolver, eficaz e eficientemente, os problemas sociais de cada localidade. + Ler Mais